Montanha ou praia?

Conheça os efeitos no corpo de cada um dos ambientes

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Em temperaturas mais altas, o sangue se concentra mais na periferia do corpo e ativa o mecanismo da transpiração. | <i>Crédito: iStock
Em temperaturas mais altas, o sangue se concentra mais na periferia do corpo e ativa o mecanismo da transpiração. | Crédito: iStock

Vantagens da montanha
“Em regiões frias, os vasos sanguíneos ficam mais contraídos e, portanto, a pressão pode aumentar”, diz o médico Marcelo Jovchelevich. É por isso que quem tem pressão baixa se sente tão disposto em lugares altos. O equilíbrio da pressão sanguínea é algo extremamente estimulante – as pessoas sentem vontade de caminhar, escalar montanhas e praticar exercícios. Com isso, o apetite aumenta. Talvez por isso as regiões serranas sejam famosas por oferecer as mais deliciosas guloseimas – bolos tortas, chocolate, geleia – para compensar essa irresistível vontade de comer. O ar da montanha também beneficia quem sofre de doenças respiratórias e auxilia a rápida recuperação da saúde.

Qualidades do mar para as saúde
É fácil notar: se respira muito bem perto da praia. O ar entra profundamente e com mais facilidade por causa da quantidade disponível de oxigênio produzido pelas algas marinhas. Elas são capazes de fabricar dez vezes mais oxigênio do que as plantas terrestres. Por isso, nada melhor para quem tem bronquite, asma e outros tipos de dificuldade respiratória do que o ar marinho.
                No litoral, o organismo também transpira maior por causa do calor. Em temperaturas mais altas, o sangue se concentra mais na periferia do corpo e ativa o mecanismo da transpiração. Assim, as toxinas são eliminadas com mais facilidade pelo suor.
                O calor da praia contribui para a queda de pressão. Muitos médicos aconselham aos pacientes que têm pressão muito alta a viver perto do mar. Mas quem, ao contrário, tem pressão baixa sofre tonturas e mal-estar. Outro benefício: a água do mar é muito rica em iodo. “Essa substância é indispensável ao bom desempenho da glândula tireóide”, diz Marcelo. 

30/05/2017 - 19:05

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